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Ronaldo Gaudio palestra na Casa da Moeda sobre assédio moral - 15/12/12

Casa da Moeda Realiza Palestra sobre Assédio Moral

 






Ronaldo Gaudio, advogado Diretor da Gaudio e Nasser Sociedade de Advogados, participou no dia 28/11, quarta-feira, da mesa de debates sobre Assédio Moral, no auditório da Casa da Moeda do Brasil (CMB).

 

O debate conduzido pela Chefe de Gabinete da CMB, Marcela Tapajós, contou também com a participação do juiz titular da 29ª Vara do Trabalho de Salvador, juiz Marcelo Prata advogado especialista em Direito Cooperativo Ronaldo Gaudio, do Superintendente do Departamento Jurídico (Dejur), Márcio Luis Gonçalves Dias, e do Gerente da Coordenadoria Trabalhista (Cotrab), Roberto Brandão.

 

O presidente Francisco Franco agradeceu a presença dos convidados e destacou a relevância do encontro. 'Este é um assunto que precisamos conhecer. Todas as chefias precisam estar capacitadas para lidar com a questão', afirmou.

 

Antes de passar a palavra aos debatedores, Marcela Tapajós reforçou a importância do diálogo na formação de uma nova cultura de relações de trabalho. 'Esse painel foi pensado para ajudar nesse desafio', ressaltou.

 

Marcelo Prata abriu o evento explicando que o assédio moral institucional é qualquer tipo de atitude hostil dirigida pelo superior hierárquico. "Quando o empregado é desqualificado de alguma forma, ele se sente desmotivado e acaba virando vilão da história. Ele mostra seu lado mais negativo, por conta da pressão psicológica que está sofrendo', declarou. O juiz esclareceu ainda as diferenças entre o assédio moral e o assédio sexual.

 

Ronaldo Gaudio ressaltou alguns pontos polêmicos que permeiam a questão do assédio moral, tais como os aspectos criminais, os problemas quanto à fixação do valor das indenizações, as conexões do tema com o Direito Homoafetivo e que, muitas vezes, as estruturas empresarias devem buscar mecanismos de fixação de metas e cobrança de resultados com métodos mais eficientes e profissionalizados; evitando metodologias opressoras de chefia.

 

Entre outras questões, Gaudio destacou ainda, em razão de sua experiência no Direito Cooperativo, que o fato de sermos condicionados a realizar nossas aspirações econômicas e sociais em uma sociedade competitiva – e não cooperativa -, contribui para substancialmente para o desenvolvimento de condutas que são vetores do assédio moral. 'A competição potencializa muito os desvios em uma estrutura empresarial', comentou.

 

Para o Gerente da Coordenadoria Trabalhista, Roberto Brandão, a prática adotada pela CMB de democratizar as relações de trabalho representa a boa iniciativa da empresa. 'Estamos com diversos canais de comunicação abertos como a aproximação com o sindicato e criação da ouvidoria. Com isso os empregados incomodados com alguma situação tem possibilidade de levar suas questões adiante', destacou.

 

Já o superintendente do Departamento Jurídico (DEJUR), Márcio Luis, abordou as armadilhas que favorecem o assédio moral na CMB: o sistema de segurança, a localização geográfica, os atritos entre chefe e empregados e o conflito geracional entre profissionais jovens e antigos. 'A forma de superar essas suscetibilidades é atuar com transparência e igualdade, o que já estamos fazendo', garantiu.

 

O presidente da CMB encerrou o evento afirmando estar muito satisfeito com a presença de moedeiros de várias áreas da empresa no auditório. 'A ideia é justamente dar oportunidade para as pessoas falarem o que pensam', declarou Franco.

 

Fonte parcial:

http://trt-05.jusbrasil.com.br/noticias/100216067/juiz-da-29-vara-participa-de-debate-na-ca

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